Dignidad de la persona humana. Núcleo normativo. Ámbito estático. Ámbito dinámico. Derecho al desarrollo.
DOI:
https://doi.org/10.62530/e026001Palabras clave:
Dignidad de la persona humana, Núcleo normativo, Ámbito estático, Ámbito dinámico], Derecho al desarrolloResumen
Contexto: Aunque se ha consolidado como fundamento ético y jurídico de la mayoría de los ordenamientos jurídicos contemporáneos, especialmente en las democracias occidentales, la dignidad humana aún carece de una definición objetiva. Su aplicación jurídica se enfrenta a la dificultad de traducir un valor universal en soluciones prácticas, dado que el concepto se ve constantemente moldeado por la complejidad de las relaciones sociales y por juicios de valor subjetivos. Problema: A partir de este contexto, se plantea la siguiente pregunta: ¿Cómo debe llevarse a cabo el proceso de (re)significación de la dignidad de la persona humana, teniendo en cuenta la objetividad que es indisociable de la definición del criterio de justicia, de lo que constituye una solución justa? En otros términos, ¿cómo responder objetivamente a la pregunta: ¿Qué significa dispensar un trato digno a la persona humana? Objetivos: El objetivo de este artículo es demostrar la capacidad del derecho al desarrollo, derecho humano fundamental interdimensional, para cumplir esta función. Método: El método de recopilación de datos fue bibliográfico-documental; el enfoque de estos datos fue la revisión crítico-narrativa. Resultados y discusión: El núcleo normativo de la dignidad humana se compone de dos campos, uno estático y otro dinámico. El estático, basado en la propia humanidad inherente a la persona y en su autodeterminación, abarca los mínimos vitales y existenciales. El dinámico, inherente a las capacidades derivadas del ejercicio de la autodeterminación, encuentra su fundamento en la interdimensionalidad inherente al derecho al desarrollo. Conclusión: Se propone una nueva concepción del núcleo normativo de la dignidad de la persona humana, que abarca los ámbitos estático y dinámico, y que está relacionada con el derecho al desarrollo. Esta nueva concepción implicará la aceptación de un binomio: el mínimo vital y el desarrollo, como elementos indisociables de la definición de la dignidad humana.
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